Depoimentos

“Eu tinha muitos problemas e chegava na Pastoral chorando, mas tinha uma monitora, que o nome dela era Rosana, ela conversava muito comigo, parecia até que só ela me entendia. E todos esses problemas com o tempo foram passando … Até que o fim do ano chegou e teve muitas festas.”
(Jéssica, 13, Vila Astúrias)

“Eu sempre quis entrar na Pastoral. Quando eu consegui, eu me declarei uma pessoa muito sortuda!”
(Lauriana, 13, Parque das Laranjeiras)

“Eu só andava na rua, eu ia em casa só prá comer e dormir e xingava todo mundo …. quando eu entrei na Pastoral eu comecei a respeitar as pessoas … eu fico mais em casa e comecei a treinar futebol …”
(Alison, 13, Nova Esperança)

“Eu entrei na Pastoral e fiquei muito feliz. Mas, eu prefiro ficar na Pastoral do que em casa por que a minha mãe é muito chata e a Pastoral ensina muitas coisas …”
(E. K., 13, Vila Astúrias)

“Eu comecei desde pequena e já sou do Desafio Jovem.Desafio, o nome já diz, é um grande desafio na vida. É um momento muito difícil para mim: deixazr de ser criança e virar um adolescente.”
(Camila Mayara, 13, Manchester)

“Antes de eu entrar na Pastoral, eu andava com pessoas que são traficantes … agora, não, na parte da tarde eu venho prá cá e me divirto muito mais. A Pastoral me ajudou a corta a amizade com esse tipo de gente …”
(M., 14, Nova Esperança)

“Aqui você aprende a respeitar os colegas, tem reforço escolar que é muito bom, você faz cursos e tem chance de emprego. Dependendo da pessoa, tira ela das ruas, do caminho das drogas, apóia você com a sua família, como no caso da separação dos meus pais, a Pastoral me ajudou.”
(Felipe, 13, Vila Astúrias)

Quando eu entrei na Pastoral eu era muito folgada … agora, eu sei falar certo com as pessoas.”
(Carine Araujo, 13, J. Ipiranga)

“Ah … já faz uns 8 anos que eu estou na Pastoral e, desde o dia que eu entrei, eu nunca falei que a Pastoral não prestava, que era insuportável, etc… Eu agradeço a Deus por estar lá e não estar na rua fazendo coisas erradas.”
(Evellym Jully, 14, Manchester)

“No começo era meio bagunçado, mas agora é organizado por turmas e por idade, tem Querubim, Molecada I e II, Desafio, Jovem Cidadão …”
(Lucas Vinicius, 13, Nova Esperança)

“Hoje, sim, eu posso dizer que a Pastoral mudou a minha vida e vida de todos. Está ficando cada vez melhor. Antes tinha brigas, mas com o tempo todos foram parando com isso. Antes a Pastoral era só três salinhas, era muito pequena, agora ficou bonita e grande. Nós comíamos pão com suco; agora, nós comemos comida, legumes e muitas outras coisas.”
(Adrielle, 13, Vila Astúrias)

“A Pastoral mudou a minha vida, porque eu não tinha ânimo prá nada … agora, eu tenho prazer de fazer as coisas que eu não gostava.”
(Camila Luiza, 14, Nova Esperança)

“Quando entrei na Pastoral, eu estava no Molecada II, agora estou no Desafio Jovem. Eu escuto muitos Querubins dizendo que quer ser um Desafio Jovem. Esse é o orgulho de ser um Desafio Jovem.”
(Juliana Tábata, 13, J. Ipiranga)

“A Pastoral é como um time de futebol. Ninguém joga sozinho, somos uma equipe e só jogamos contra o mal. E jogamos para vencer.”
(Charles Henrique, 15, Vila Astúrias)

“Aprendi a ler e escrever melhor, a tratar bem as pessoas, a ter mais educação … e também ensinei meus irmãos tudo o que eu aprendi aqui.”
(Evelyn Carolina, 13, Habiteto)

“Eu precisava de uma mudança e uma mudança para bem melhor, por que eu estava começando a andar com pessoas que tem má influência. Mas, eu vi que era eu que tinha que tomar um rumo na minha vida; agora estou na Pastoral e não me arrependo de ter entrado.”
(Gláucia Aparecida, 13, Vila Astúrias)

“Não é porque nascemos em favela que temos que morrer em favela; podemos e devemos correr atrás de uma vida melhor, sendo honestos, educados e dedicados …”
(Alysson Henrique, 16, Nova Esperança)

“Eu acredito que a Pastoral do Menor estará sempre, não só na “fita”, mas também no “DVD””
(Damares, 14, Parque das Laranjeiras)

“A Pastoral do Menor ajuda a gente aprender a conviver em harmonia, todos somos amigos, nós somos como uma família e uma família “bem grande”. De vez em quando tem discussão, mas sempre acaba tudo bem. Fazer o quê … toda família briga !”
(Bianca Mariano, 13, Vila Astúrias)

“A Pastoral é muito legal, não só porque nós come pão e suco … é porque nós ganha várias coisas como passeio, roupas dos padrinhos e etc. A Pastoral mudou coisas das pessoas que não tinham emprego como o meu primo Cesar.”
(Cleberton, 13, Nova Esperança)

“Eu entrei no Desafio Jovem e foi lá que eu aprendi a me acalmar em situações que eu perdia o controle …”
(Charles, 14, Vila Astúrias)

“Nosso lema é respeito e confiança para fazer o bem das pessoas. Por isso que eu freqüento a Pastoral para que eu possa virar um cidadão com a ficha limpa.”
(Eduardo, 13, Parque das Laranjeiras)

“As monitoras são cuidadosas e caprichosas e fazem comida gostosa. Eu era muito “rueira”, mas agora só penso em duas coisas: na Pastoral e na escola.A gente aprendeu “street dance” e capoeira. A monitora tem de ter uma paciência de Jô para nos aturar, pois nós fazemos muita bagunça e conversamos demais.”
(Micaelen Francine, 13, Nova Esperança)

“A Pastoral é uma segunda casa, de verdade, na vida dos jovens. Se a maioria dos jovens estivessem na Pastoral, não existiria tanta violência no mundo”
(Igor Francisco, 13, V. Astúrias)

“Eu não conhecia a Pastoral do Menor. Olhava aquelas crianças e adolescentes com cara de sono, se esforçando, acordando de manhã e chegando sempre na hora … quando eu conheci acabei vendo a vida de outro jeito.”
(Felipe Araujo, 12, Nova Esperança)

“Antes, eu 7 horas já tava na rua, todo mundo reclamava … agora, eu vou de vez em quando, eu fico ajudando a minha mãe e vou para a Pastoral e para a escola e fico em casa fazendo o que eu tenho que fazer.”
(Fernanda Cândido, 10, Nova Esperança)

“Meu nome é Priscila e tenho 14 anos e agora eu ajudo minha mãe a fazer o serviço de casa enquanto ela vai resolver seus problemas; eu não tenho pai, pois ele foi embora e largou nós sem nada. Com a Pastoral eu estou aprendendo a ser alguém na vida, com uma profissão boa e interessante.”
(Priscila, Habiteto)

“Estamos muito entusiasmados coma construção da nova sala, cada dia que é erguido um tijolo o sonho chega mais perto de ser realizado; o espaço onde estamos é muito pequeno e quase não cabe todos nós. Precisamos desenvolver várias atividades para aprender mais.”
(Ana Flávia e adolescentes do Desafio Jovem, Manchester)

“As crianças que ficavam na rua hoje tem um lugar para ficar. Aqui o lanche é muito bom e é de pessoas como vocês que o Brasil precisa para melhorar cada vez mais.”
(Paulo Rogério, Habiteto)

“O projeto Primeira Chance mudou minha vida. Lá eu conheci pessoas novas de outros bairros, aprendi que no nosso Território Jovem não tinha diferença de cor, de bairro, que todos somos irmãos e somos a peça chave para uma cidade melhor.”
(Isaías Cristino B. Jerônimo, do Nova Esperança, participou desde o primeiro dia da Pastoral, em junho/2002, e, ao completar 18 anos conseguiu emprego no Supermercado WalMart, como repositor, em julho/2007, encaminhado pela Pastoral)

“O trabalho de campo, no começo, eu estava totalmente perdido, tinha muita poeira e eu não sabia direito. Depois de saber porque as crianças são assim, compreendi o seu gênio; é muito gratificante ver o sorriso das crianças; dá vontade não ir embora. Hoje me considero uma pessoa muito melhor, espero que esse projeto continue por muito mais tempo.”
(Everton, Júlio de Mesquita – no “trabalho de campo”, jovens assistidos pela Pastoral, junto com monitoras, vão a bairros mais distantes fazer trabalho social com crianças que ainda não são assistidas por qualquer projeto)

“A nossa pastoral estava quase caindo e vocês arrumaram e vão “ponhar” até piso!”
(Luiz Henrique Almeida Rodrigues, Habiteto)

“Fico muito feliz por freqüentar a Pastoral e por vocês que, mesmo não nos conhecendo, nos doar o que vocês doam. Obrigado por nos ajudar a dar mais um passo em nossas vidas. Que o Homem lá de cima possa olhar o que vocês estão fazendo e possa recompensar vocês mais e mais …”
(Claudiane Ribeiro de Oliveira, 13 anos, Desafio Jovem, Habiteto)

“A Pastoral do Menor para as crianças é, na maioria das vezes, a sua segunda casa, onde encontram amor, carinho, estabilidade, segurança. Muitas vezes uma das únicas refeições durante o dia e muitas vezes a solução dos seus problemas.”
(Bruna, monitora do grupo Querubim, Manchester)

“O que mais nos tocou foi a felicidade nos olhos de cada criança e adolescente de comer quatro pedaços de pizza, acho que a felicidade jamais será apagada da lembrança de cada um deles. Uma criança perguntou:”Tia, isso que é pizza???”
(Caroline Magrini de Souza, coordenadora do CEC Habiteto)

“A Pastoral é muito legal, antes tinha só um barracão e era tudo misturado num barracão, agora tem quatro barracões e cada grupo tem um lugar, temos armários, temos cadeiras, muitos, muitos livros, reforço escolar, futebol e passeios.”
(Lucas Santana Nascimento, 13 anos, Desafio Jovem, Habiteto)

“A influência da Pastoral na vida dessas crianças é que ajuda elas a saírem das ruas. Eu mesma fui uma dessas que aprendi com eles a ter uma vida diferente e a ter um rumo para a minha vida.”
(Fernanda Mota, ex-Agente Jovem, hoje monitora do Molecada I, Ouro Fino)

“Só tenho que levantar as mãos para o céu e agradecer a Deus por ter colocado vocês no nosso caminho. Não é pelo fato de não conhecer vocês que eu não posso elogiá-los, porque vocês são simpáticos e também são humildes e tem o coração enorme para nos ajudar. Aprendi na Pastoral que, seu eu fizer coisa errada, a prejudicada vai ser eu mesma e isso não dá futuro!”
(Ana Paula, 18 anos, ex-Agente Jovem, atualmente trabalhando numa rede de farmácias)

“Com a Pastoral nossas crianças e as suas famílias tem a oportunidade de sonhar e acreditar em uma vida melhor.”
(Vanessa E. Rosa, coordenadora CEC CDHU)

“A Pastoral é tão importante que alguns bairros até mudaram. Posso dar o exemplo do bairro onde moro; antes da Pastoral chegar era uma criminalidade horrorosa; crianças que iam para os faróis no centro e hoje em dia, não. Agora eles tem um lugar seguro para ficar.”
(Rosilene Natal, monitora Desafio Jovem, Nova Esperança, moradora no Habiteto)

“Peço a cada um de vocês que não desista deste projeto, que nasceu no coração de Deus. Amamos cada criança com a sua realidade, muitas vezes tão dolorida. Sua colaboração se faz tão importante dentro do coração de cada um de nós.”
(Cláudia, monitora do Desafio Jovem, Manchester)

As crianças e adolescentes da Pastoral do Menor sabem que a maioria dos colaboradores que os apoia e valoriza é de longe e nem os conhece. Por isso, demonstram gratidão escrevendo. Recebam 2.500 abraços agradecidos…